Exposições Pinacoteca Botucatu

Exposições

Pinacoteca Fórum das Artes

  • Piso MAC

Sala 1 – Museu de Arte Contemporânea Itajahy Martins – Exposoção de longa duração

  • Exposição “Diálogos em Contexto” – propõe a inter-relação das obras do acervo do MAC, dos artistas locais e outros de renome internacional, que entrelaçam a composição do espaço, da paisagem e da figura humana nas mais diversas formas de representação. Um diálogo que revela a condição humana no fazer artístico, nos processos de criação e construção do pensamento, transformados em material. Onde a presença ou não da figura nos remete ao estado íntimo do artista e nos aproxima das suas intenções e provocações. O desejo do Itajahy em organizar em Botucatu um Museu de Arte, se conclui plenamente neste espaço, o complexo da Pinacoteca Fórum das artes foi reformado para atender todas as necessidades de um museu de excelência, e continuar com o seu protagonismo na formação do público nas artes visuais. 

Sala – Memorial Itajahy Martins – Exposição Permanente – Acervo MAC Itajahy Martins 

  • Iatajahy Martins – Botucatuense de nascimento e de coração. O professor e artista plástico Itajahy Martins dedicou-se ao ensino da arte e da gravura. Com o espirito criativo, junto a um grupo de artistas botucatuenses fundou em 1984 o Museus de arte Contemporânea de Botucatu – o MAC. Sua gravura destaca-se pelo virtuosismo técnica, especialmente na xilogravura (técnica de impressão que utiliza a madeira como matriz). Seu buril ou goivas deram forças inusitadas a temas diversos: congadas, pescarias, caiçaras, cavalos azuis, dança dos gelos e peixes de requintado tratamento gráfico. O MAC Itajahy Martins, assim dominado em 1991, após o falecimento de seu precursor. 

Sala 2 – Exposição “Passagem da inocência”, de Giulia Paulineli. 

  • A artista apresenta figuras humanas, sem definir símbolos que imponham uma ideia ou pensamento. A série é composta por 12 imagens que foram feitas em diversos lugares do Brasil. A artista utiliza o ambiente digital e se propõe a um meticuloso trabalho de pré e pós-produção  para criar composições que unem o real e o fantástico. O programa que leva as exposições de destaque no MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo a diversas cidades de São Paulo, também se une ao projeto Nova Fotografia, que anualmente expõe seis mostras inéditas de jovens fotógrafos no Museu paulista.

Acervo do MAC 

  • Contamos com aproximadamente 800 peças de renomados artistas plásticos, de âmbito nacional e internacional. Entre eles Aldemir Martins, Caciporé Torres, Cláudio Tozzi, Ítalo Cencini, Lívio Abramo, Marcelo Grasmann, Maria Bonomi, Mário Gruber e Odetto Guersoni.

Piso PINA 

Sala 1Exposição “Hans Silvester – Vale do Rio Omo/O Povo e a Natureza”, realizada em parceria com o Museu Afro Brasil.

  • Falar dos povos no vale do Rio Omo é voltar no tempo mil anos! – Cada adorno é individual e a mágica está nos detalhes. Não existem desenhos iguais, e isso é arte! É a auto expressão por meio de seu próprio senso estético. As referências dos habitantes do Vale do Rio Omo estão na mímica da natureza e dos animais. Cada um reproduz as coisas que vê por seu contato íntimo com a natureza. Os Povos do Vale do Rio Omo mantêm sua cultura única e viva a séculos e nós ajudamos a compartilhar para que ela se mantenha viva por muitos outros séculos.
  • O fotógrafo alemão Hans Silvester encontrou, na fronteira da Etiópia, Quênia e atual Sudão do Sul, ao longo do vale do rio Omo, inspiração e matéria-prima perfeitas para seu trabalho. Nessa região da África, onde povos vivem no mais profundo contato com a natureza, os povos Surma e Mursi conservaram grande parte de sua rica cultura e tradições históricas, graças a condições geográficas favoráveis que os protegem de influências exteriores. Foi neste local raro do globo que Hans desenvolveu uma série fotográfica mostrando alguns modelos nativos em poses de um naturalismo intenso.

Sala 2Exposição “Território do olhar”, de Ronaldo Gifa

  • “Afinal, como são formadas as paisagens? Um vasto horizonte com sol, montanhas, cachoeiras? Quem sabe uma casinha e uma boa dose de acaso? 

É isso que investiga Ronaldo Gifa em seu mais recente trabalho apresentado na exposição Território do Olhar com curadoria de Túlio Stafuzza. 

Um estudo sobre os fundamentos do olhar é, invariavelmente, um estudo do território do real. Aqui, às pinturas imitam a natureza. Não a representam simplesmente. Imitam a natureza por espelhar sua essência criadora. O acaso e o definitivo por um momento participam do mesmo fim nas criações de Ronaldo Gifa. Estamos diante de uma profunda intimidade entre o mínimo e a imensidão.

Piso Biblioteca Fórum das Artes (corredor)

Exposição “Conexões Ancestrais”, de Lucas Costa.

  • Conexões Ancestrais nasceu de um ensaio fotográfico noturno  em conjunto com a pintura corporal com tintas de terra. A exposição nos convida a refletir sobre a relação entre vários níveis do cosmo, sobre a composição de cada ser e do todo. Sobre os elos entre o passado e o futuro, bem como da relação desenvolvida entre o ser humano e a natureza.
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